SINOPSE
Fragilidades cercam a prova testemunhal, uma das mais relevantes no processo penal. Apesar de sua importância na formação do convencimento judicial, essa prova é vulnerável a fatores que podem distorcer a reconstrução dos fatos. O texto explora os intricados aspectos da mente humana, abordando a memória, as falsas memórias e o esquecimento, além do estudo da mentira e sua detecção.
Com base em pesquisas da Psicologia e em práticas do direito estrangeiro, são sugeridos aprimoramentos na produção e valoração da prova testemunhal, visando mudanças na cultura e na legislação do sistema penal brasileiro.