SINOPSE
A ausência se revela como um território a ser explorado, onde amor, silêncio e idealização se entrelaçam em uma narrativa intensa e introspectiva. O narrador navega por diferentes fases da perda, como procura, saudade e silêncio, traçando um mapa de um espaço interior onde o afeto se transforma, mas não desaparece. A figura da “princesa” simboliza os desejos e projeções que, muitas vezes, se perdem ao longo do caminho.
Questões sobre as relações adultas, a responsabilidade nas escolhas e o impacto das palavras são abordadas de maneira profunda. Com uma linguagem rica e emocional, a obra convida à reflexão sobre o que permanece mesmo após o fim.