SINOPSE
Reflexões sobre a experiência estética são exploradas em um primeiro volume que se propõe a entender a relação entre produção artística e emancipação social. A busca por uma liberdade que se constrói a partir da arte revela desafios fundamentais, especialmente no que diz respeito à autonomia estética e suas raízes históricas. O foco recai sobre a estética musical dos séculos XVIII e XIX, onde decisões técnicas da forma musical oferecem novas perspectivas sobre a autonomia.
Esse debate não é apenas uma análise do passado, mas uma tentativa de resgatar tradições que desafiam a sujeição cultural contemporânea. Ao revisitar essas questões, abre-se um espaço para refletir sobre como a liberdade pode ser pensada além das limitações impostas pela lei, promovendo uma transformação que avança e retrocede simultaneamente.