SINOPSE
Refletir sobre a polarização que divide o Brasil é o foco central desta obra provocativa. Através de uma análise das fraturas históricas e culturais, o texto questiona a ideia de uma “brasilidade cordial”, revelando as realidades que sustentam a nação. A crítica à fantasia de um país harmonioso é acompanhada por uma discussão sobre a desigualdade e a fragmentação cultural, que desafiam a noção de um “país de todos”.
Entre o deboche e a desilusão, há um reconhecimento da vitalidade brasileira, que persiste mesmo em meio às contradições. A obra mistura ensaio, crônica e sátira política, oferecendo uma reflexão profunda sobre a identidade nacional e as possibilidades de união em tempos de crise.