SINOPSE
Quando símbolos de ódio se disfarçam em coreografias virais e grupos de conversa, surge a necessidade de entender sua influência nas redes sociais. A análise comparativa entre Brasil e Alemanha revela como o discurso de ódio digital se infiltra entre adolescentes, desafiando os sistemas jurídicos a responderem adequadamente. A pesquisa destaca a reinvenção das táticas neonazistas para aliciar jovens por meio de conteúdos aparentemente inofensivos.
Com base em experiências reais e uma sólida fundamentação teórica, a proposta é fortalecer políticas públicas e promover uma educação crítica. Este trabalho é um alerta urgente e um convite à ação contra a normalização do ódio nas redes sociais.