SINOPSE
A rotina produtivista se revela uma simulação, onde o ciclo de acordar, cumprir, consumir e dormir se repete incessantemente. Nesse contexto, muitos confundem a ideia de funcionar com viver, mantendo um teatro que não se sustenta. Quinze textos exploram essa realidade, abordando a saturação sensorial e a performance coletiva que caracterizam a experiência contemporânea, além de questionar as narrativas que prometem estabilidade.
Os ensaios, organizados em quiasmo, convergem para um núcleo que revela a fragilidade do indivíduo diante de si mesmo. Temas como simulação social, alienação e angústia se entrelaçam, refletindo a honestidade do autor em suas críticas. A prosa oscila entre a gravidade filosófica e um tom coloquial, proporcionando uma leitura envolvente e reflexiva.