SINOPSE
Uma jornada pela consciência onírica da morte se desdobra em um enigma transgressor e alegórico. Sonhos revelam a (in)capacidade de refletir sobre a própria ausência, enquanto um rito utiliza uma linguagem mimética intensa.
Este conto, repleto de simbolismo, também carrega uma veia poética, onde a influência de uma estética marcante se faz presente em sua fluidez. A narrativa provoca reflexões profundas sobre a vida e a morte, desafiando o leitor a explorar as nuances da existência e da ausência.