SINOPSE
Na neblina de uma estação silenciosa, a espera se transforma em um estado de ser, refletindo não apenas a expectativa por um trem, mas também por amores perdidos e palavras que nunca foram ditas. Cada despedida traz à tona partes de si que se perderam ao longo do tempo, criando um labirinto de memórias e ausências.
Conforme os minutos se arrastam, a percepção de que o destino não está nos trilhos, mas dentro de nós, se torna clara. Este conto explora a beleza dolorosa de reconhecer que, em certos momentos, quem já partiu é, na verdade, uma parte de nós mesmos.