SINOPSE
Reflexões sobre a experiência profética dos mensageiros do Antigo Testamento revelam o chamado divino ao ser humano, inspirado pelo pensamento do filósofo e teólogo Abraham Joshua Heschel. A análise busca compreender a autoatribuição dos profetas e a possibilidade da revelação divina, iluminando a antropologia bíblica através de conceitos como teologia do pathos e humanismo sagrado, que ressaltam a ética e compaixão dos profetas que moldaram a história de Israel.
A abordagem proposta é inovadora, pois explora a consciência dos profetas, um aspecto frequentemente negligenciado pela teologia dogmática. Além disso, discute a redução do fenômeno profético pelas ciências comportamentais, promovendo um diálogo interdisciplinar que valoriza a importância intelectual dos profetas e sua relação com a sagrada Escritura.