SINOPSE
Um histórico da repressão a crenças não hegemônicas revela os interesses que sustentam a discriminação religiosa, essencial para a manutenção do status quo. A religiosidade, em sua pluralidade, une os povos, cada um com suas práticas e cosmovisões. No entanto, períodos como o Império Romano e a Idade Média foram marcados pela imposição de uma única crença, resultando em conflitos e domínios sobre outros grupos.
A análise dos efeitos do contato entre crenças distintas destaca tragédias humanitárias motivadas por intolerância. O conceito de “intolerância religiosa” é debatido, abordando a repressão a manifestações não hegemônicas, que frequentemente culminam em crimes de ódio. Esta obra se destaca por sua contribuição ao debate sobre racismo religioso no Brasil.