SINOPSE
Entre gestos e silêncios, um diretor-pedagogo potiguar compartilha sua jornada de criação e aprendizado no teatro. Com uma abordagem sensível, a narrativa revela como a montagem de uma encenação se transforma em um espaço de escuta e descoberta, explorando os desafios iniciais, os encontros significativos e os dispositivos que iluminam o caminho criativo.
O texto convida à reflexão sobre o fazer teatral, onde cada ensaio se torna uma pergunta ao mundo. É uma celebração dos afetos, das margens e das dúvidas que permeiam o processo de criação, acessível a todos que habitam a cena.