SINOPSE
Durante a colonização do Brasil, a cachaça emergiu como uma expressão da criatividade dos africanos escravizados, desafiando os poderosos senhores de engenho. Inicialmente vista com desdém, a bebida se tornou um símbolo de resistência, protagonizando até uma revolta contra a Coroa Portuguesa. Com o tempo, milhares de alambiques surgiram, mas a cachaça permaneceu associada às classes menos favorecidas até a década de 1980.
A partir desse período, a cachaça começou a ser reconhecida academicamente, gerando pesquisas e debates que destacam sua importância cultural. Marcas premiadas em concursos nacionais e internacionais revelam sua verdadeira identidade, enquanto o livro explora as boas práticas de produção e o significado social desse resgate, unindo escolas, universidades e produtores.