SINOPSE
Em Alentheia, a vigilância se transforma em cuidado, criando uma sociedade onde a escuta e a empatia moldam as relações. Neste ambiente, a conexão entre os indivíduos busca proteger o coração coletivo, revelando que nem toda paz é realmente liberdade. A narrativa apresenta personagens que reconstroem a ética através do afeto, como crianças que dançam com a crise e idosos que escrevem bilhetes como bússolas.
Ao longo da trama, a reflexão central gira em torno da acolhida, desafiando a noção de controle. Esta distopia poética convida os leitores a redescobrir a liberdade em formas sutis, como o silêncio e o toque, propondo um gesto de restauração do que ainda pulsa em tempos de incerteza.