SINOPSE
Um poeta vive a intensa felicidade de enxergar o extraordinário nas pequenas coisas, como Dom Quixote em sua busca por Dulcinéia. Contudo, a solidão é uma constante em sua jornada, onde ele se vê falando consigo mesmo, sem a companhia de um Sancho Pança. A felicidade, repleta de desafios e contratempos, é apresentada como algo efêmero e multifacetado, uma experiência que oscila entre momentos de alegria e tristeza.
Os personagens literários que habitam sua mente tornam-se cúmplices nessa busca por sanidade, revelando a complexidade da condição humana. A solidão, embora presente, é compartilhada em um sentido plural, onde cada voz, mesmo a solitária, contribui para a rica tapeçaria da vida.