SINOPSE
Eleonora enfrenta o desafio de preservar a fazenda e a família após a morte do marido, em um ambiente rural brasileiro dos anos 70. A narrativa, contada sob a perspectiva do falecido, revela a deterioração da vida familiar e a presença de uma força obscura no celeiro, ligada à enfermidade do filho Jonas. A atmosfera opressiva intensifica a luta da protagonista contra o luto e o medo do desconhecido.
Elementos sobrenaturais e psicológicos se entrelaçam, trazendo à tona a decadência e a resistência. Ratos, como símbolos de degradação, ameaçam a vitalidade dos vivos, forçando Eleonora a confrontar essa entidade para proteger seus filhos, refletindo coragem e desespero em meio ao horror.