SINOPSE
Em tempos de repressão, a arte se tornou uma poderosa forma de resistência. A análise revela a Tropicália como um movimento cultural que se destacou por sua ousadia em expressar sentimentos e reivindicações durante a ditadura militar brasileira. Canções, imagens e performances transcenderam a mera expressão, funcionando como afirmações de direitos humanos em um contexto de silenciamento.
Com uma abordagem crítica fundamentada em pensadores como Foucault e Agamben, a narrativa explora o papel da arte na luta contra a necropolítica e na reconstrução do imaginário democrático, mostrando que a criação é uma forma de resistência.