SINOPSE
A pandemia de COVID-19 transformou o teletrabalho em uma prática essencial para a continuidade das atividades em diversas organizações. Essa mudança trouxe à tona a necessidade de reavaliar as vantagens e desvantagens dessa modalidade, especialmente em relação ao impacto econômico para os empregadores e à qualidade de vida dos empregados. A recente regulamentação na legislação brasileira, por meio da reforma trabalhista, oferece um novo olhar sobre essa questão.
É fundamental que a análise do teletrabalho vá além da legislação, considerando a mudança de paradigmas na forma de encarar o trabalho. Uma gestão eficaz, tecnologia adequada e a definição clara de metas são cruciais para o sucesso dessa modalidade, assim como a escolha dos perfis certos para a equipe e a liderança, garantindo que a participação seja uma escolha e não uma imposição.







