SINOPSE
Análises das representações políticas sobre o trabalho no ensino primário em Minas Gerais, entre 1930 e 1954, revelam a influência da intolerância e a exclusão do sujeito não-trabalhador. A pesquisa utiliza materiais didáticos, como livros de leitura e cartilhas, além de jornais escolares e suplementos infantis da época, para compreender como esses elementos moldaram a educação.
Os resultados destacam a construção de uma identidade nacional coletiva, enfatizando a preparação da criança para o trabalho, especialmente nas escolas urbanas, e a importância dos suplementos infantis na formação social e educacional.