SINOPSE
Vivemos aprisionados a uma ideia de tempo que nos distancia da vida real, frequentemente presos ao passado ou ansiosos pelo futuro. A investigação proposta explora como a mente constrói a noção de “eu”, além de abordar o surgimento do medo e da resistência, convidando à vivência plena do presente no cotidiano.
Com uma linguagem clara e reflexiva, a narrativa sugere um retorno ao simples, não como uma fuga, mas como uma reconciliação com a vida. É uma leitura para aqueles que buscam a liberdade de estar plenamente onde já se encontram.