SINOPSE
Um admirador fervoroso de Sêneca, o autor defende o papel do intelectual no poder, abordando as semelhanças entre suas experiências e as do filósofo estoico. A obra, editada pela primeira vez em 1778, passou por diversas alterações após críticas severas e, em uma nova versão, o autor revisita temas de valores em crise e a hipocrisia frequentemente atribuída a Sêneca.
Com uma análise profunda, o texto convida à reflexão sobre a relevância do pensamento estoico em contextos de poder e moralidade, desafiando o leitor a reconsiderar as incoerências do passado.