SINOPSE
Vivemos em um tempo de excessos, onde a luz é abundante, mas a verdadeira percepção se torna escassa. A saturação digital e a constante autoapresentação criam um paradoxo: a transparência total resulta em uma nova forma de cegueira. Em meio a dados e imagens, a experiência profunda se torna rara, e o que é real se oculta nas sutilezas do cotidiano.
Explorando essa dissolução, a narrativa revela como a cultura digital transforma a existência em uma performance. Defende a importância do silêncio, da presença e do corpo offline, propondo um retorno ao sensível e à autenticidade em um mundo que clama por novas formas de atenção e habitação.