SINOPSE
A segunda onda do feminismo emergiu como uma luta pela libertação das mulheres, inserindo-se entre outros movimentos radicais. A transição para a política de identidade, no entanto, coincidiu com a diminuição de suas utopias e a ascensão do neoliberalismo. Ensaios escritos ao longo das últimas décadas documentam as transformações no imaginário feminista desde a década de 1970, abordando as lutas democratizantes e anticapitalistas que moldaram esse contexto.
Alterações no imaginário feminista são exploradas, destacando o deslizamento da política de igualdade para a política de identidade. A obra também analisa os desafios enfrentados pelos movimentos feministas em tempos de crise neoliberal, vislumbrando um renascimento do radicalismo feminista. A nova geração de ativistas, educada nos meios digitais e influenciada pela crise capitalista, busca reinventar a imaginação feminista, combinando ideias do feminismo socialista com paradigmas contemporâneos.