SINOPSE
Na imaginária Lagoa Branca, uma pequena cidade gaúcha, a Semana da Pátria de 1936 é marcada por um clima de opressão. O prefeito, um ditador que busca a “felicidade” do povo, impõe censura severa, proibindo jornais e rádios, enquanto a população enfrenta miséria e epidemias. A narrativa revela um cenário repleto de personagens medíocres, ambiciosos e violentos, que refletem a decadência moral da sociedade.
Com um olhar afiado, sete solteironas observam a vida alheia, revelando segredos e hipocrisias. O humor e o cinismo permeiam a trama, criando uma crítica mordaz a um sistema autoritário, em uma obra que se destaca pelo realismo fantástico.