SINOPSE
O poder de controlar os sonhos pode ser uma bênção e uma maldição. Sarah, após a perda da mãe e a desilusão com sua fé, encontra nos sonhos lúcidos um refúgio para reviver momentos que a realidade lhe negou. Nesse espaço onírico, ela tem a chance de expressar o que ficou guardado e, quem sabe, reparar feridas emocionais. Contudo, a linha entre o sonho e a realidade se torna tênue, e Sarah descobre que fugir do presente pode ter consequências inesperadas.
Entre memórias transformadas e anseios não realizados, a jornada de autodescoberta de Sarah revela a complexidade da saúde mental e a busca por pertencimento. Para aqueles que já desejaram mudar o passado, a narrativa traz à tona a reflexão de que, muitas vezes, a verdadeira coragem reside em enfrentar o presente e encontrar um novo caminho.