SINOPSE
Compreender o comportamento de crianças consideradas “malcriadas” ou “delinquentes” é um desafio que envolve a busca por um relacionamento saudável com elas. A teoria da deprivação, que aborda a falta de um ambiente inicial adequado, é central para essa análise, permitindo uma reflexão sobre as complexidades da delinquência infantil e juvenil. Textos que abrangem a experiência terapêutica durante a Segunda Guerra Mundial e ensaios teóricos sobre a antissocialidade ajudam a elucidar essas questões.
A responsabilidade da sociedade civil em relação ao futuro dessas crianças é um tema recorrente, assim como exemplos de casos clínicos que ilustram a situação. A abordagem sensível e experiente do autor revela a importância de enfrentar desafios delicados, equilibrando a maturidade clínica e a compaixão por aqueles que mais necessitam de apoio e proteção.