SINOPSE
A discussão sobre o Direito à Cidade Inteligente revela a importância desse conceito na vida urbana dos cidadãos. A análise busca entender se esse direito é reconhecido no Brasil, suas barreiras e possíveis soluções, fundamentando-se no artigo 182 da Constituição de 1988 e no Estatuto da Cidade. O aprimoramento da gestão urbana e a eficácia social da legislação são essenciais para a concretização desse direito fundamental.
A utilização da inteligência artificial nas cidades é abordada, enfatizando que o verdadeiro desenvolvimento urbano deve colocar as pessoas no centro. A governança ética e a participação ativa dos cidadãos são cruciais para transformar a infraestrutura urbana em um ecossistema sustentável e inclusivo, promovendo um compromisso ético com a cidade e seus habitantes.