SINOPSE
Refletir sobre a inclusão de uma perspectiva antirracista nas Ciências Exatas é um desafio para educadores, que frequentemente enfrentam a resistência da comunidade escolar em adotar essa temática. A partir da Lei n.º 10.369 de 2003, a implementação de práticas antirracistas se torna ainda mais relevante, exigindo uma reavaliação das abordagens pedagógicas.
Textos de pesquisadoras negras trazem vivências e inquietações que questionam a segregação socioespacial e os modelos eurocêntricos, propondo uma afrocentricidade nos currículos. A obra apresenta caminhos para integrar questões étnico-raciais na formação dos estudantes, promovendo uma educação mais inclusiva e diversificada.