SINOPSE
Fatores que geram felicidade nas pessoas frequentemente são explorados em campos como filosofia e psicologia, enquanto a economia tende a focar em aspectos materiais, como PIB e distribuição de renda. Contudo, essa visão pode ser limitada, pois a busca pela felicidade já foi considerada por economistas clássicos, como Adam Smith. A escola utilitarista inglesa, representada por Bentham e Mill, introduziu a ideia de prazer como princípio moral, influenciando a análise econômica contemporânea.
A partir da década de 1970, a relação entre renda e bem-estar começou a ser questionada. Estudos mostram que a evolução da renda pessoal não necessariamente se traduz em maior felicidade. Questões como inflação, desemprego e fatores sociais e ambientais têm sido investigados para entender essa desconexão. O desafio é compreender quais variáveis realmente influenciam a satisfação com a vida e se a felicidade pode ser medida de forma eficaz.


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