SINOPSE
Desde tempos remotos, a humanidade carrega a dualidade do barro que a formou e a liberdade que a define. Em uma era dominada por algoritmos e decisões automatizadas, surge a inquietante questão: ainda somos livres ou apenas funcionamos? Através de uma jornada filosófica e espiritual, são exploradas as tensões entre criação e programação, fé e determinismo, levando o leitor a confrontar a essência da escolha humana.
Reflexões sobre livre-arbítrio, responsabilidade moral e a diferença entre existir e viver são apresentadas de forma acessível. Este convite à consciência desafia a visão contemporânea sobre a liberdade, revelando que escolher é o que realmente nos torna humanos.