SINOPSE
Na década de 1960, uma terapeuta enfrenta o desafio de tratar uma paciente de 37 anos, casada e mãe, que luta contra um câncer avançado. A narrativa revela a complexidade do tratamento em uma época com recursos limitados, destacando a conexão entre terapeuta e paciente. A abordagem da profissional é marcada por uma combinação de humanidade e rigor, refletindo sobre suas próprias inseguranças e o impacto emocional do processo terapêutico.
Ao longo da jornada, os leitores são convidados a refletir sobre suas próprias experiências e anseios, estabelecendo um diálogo profundo sobre a condição humana e o papel do terapeuta. A história ressoa com a busca por compreensão e conexão em momentos de vulnerabilidade.