SINOPSE
Desenvolver uma prática clínica em psicologia africana é um desafio que busca atender às necessidades da população negra. Através de fundamentos teórico-práticos, é possível explorar a psicologia preta e suas contribuições para a formação de profissionais que atuam nesse campo. A metacrítica à psicologia clínica eurocentrada é essencial para valorizar a ancestralidade e as subjetividades do povo negro.
Temas como afrofuturismo, ética e a transformação da dor em potência são abordados, destacando a importância de uma perspectiva contracolonial. A obra traz reflexões sobre como a ancestralidade pode emergir no processo clínico, promovendo a resistência e a saúde mental da diáspora africana.