SINOPSE
A crítica e a história literárias frequentemente consideram o modernismo paulista como a representação máxima do modernismo brasileiro, ignorando outras vertentes. Através de uma análise provocativa, são exploradas as limitações desse modelo estabelecido em 1922, revelando uma visão mais ampla e inclusiva da literatura nacional.
Os ensaios apresentados desafiam a hegemonia do pensamento dos modernistas paulistas, questionando o consenso que se formou ao longo do tempo. Essa reflexão busca resgatar vozes e estilos que foram marginalizados, ampliando o entendimento sobre a rica diversidade do modernismo no Brasil.