SINOPSE
A análise do sistema de controle judicial sobre as greves no Brasil revela transformações significativas, especialmente a partir de 1995, com a greve dos petroleiros. O Judiciário, em especial o Tribunal Superior do Trabalho, emergiu como o principal gestor desse controle, refletindo uma mudança qualitativa na abordagem das insurreições da classe trabalhadora.
Essa nova intervenção jurídica representa uma evolução na ideologia que molda a forma legal no país. A pesquisa se aprofunda na relação entre essência e aparência, oferecendo uma perspectiva materialista histórico-dialética sobre o movimento paredista.