SINOPSE
Reflexões críticas sobre a condição “pós-socialista” exploram os desafios surgidos após a queda dos socialismos no final dos anos 1980. A fragmentação das lutas progressistas e o crescimento das políticas de identidade são analisados, revelando uma polarização política contemporânea e a diminuição das reivindicações por redistribuição igualitária. Textos escritos entre 1990 e 1996 oferecem um quadro teórico para entender as injustiças econômicas e culturais.
A proposta é integrar as dimensões econômica e cultural, evitando posturas extremas que desconsideram a importância de ambas. A ausência de uma visão utópica atual limita as lutas progressistas, que carecem de uma alternativa viável à ordem vigente, resultando em uma crítica política que se vê restrita e sem direção.