SINOPSE
Refletir sobre o legado que deixamos para as futuras gerações é um exercício essencial. A busca por ser admirado muitas vezes nos afasta de relações mais profundas e significativas, levando-nos a priorizar heranças materiais em detrimento de legados éticos e morais. A pressão social para sermos “vencedores” pode obscurecer a importância de cultivar vínculos genuínos com nossos filhos e a comunidade.
Nas organizações, essa mentalidade predatória se repete, resultando em estruturas que visam apenas a sobrevivência. Contudo, é possível transformar esse paradigma, criando ambientes colaborativos e éticos que inspirem a longevidade e a prosperidade. Ao fomentar uma cultura de virtudes, podemos estabelecer limites que promovam um desenvolvimento humano mais autônomo e consciente.








