SINOPSE
Quem somos quando estamos sozinhos? Sentimentos se tornam protagonistas em relatos íntimos e confessionais, revelando amores não vividos e solidões que clamam por atenção. Entre o cômico e o profundo, cada narrativa expõe fragmentos de seres que amam intensamente, desejam de forma equivocada ou sonham além do possível, refletindo a complexidade humana.
Essas histórias, que vão do amor platônico a obsessões digitais, transbordam sinceridade e humor ácido. Com uma pitada de loucura, o texto convida à reflexão sobre as nuances da vida e do desejo, revelando verdades que muitos preferem esconder.