SINOPSE
Contágio e proliferação marcam a essência dos poemas que se espalham de maneira viral, explorando mutações tanto internas quanto externas. Palavras e imagens se entrelaçam em campos de significação pouco explorados, especialmente na interseção entre literatura e ciência, desafiando fronteiras de entendimento. A linguagem se torna uma ferramenta de desestabilização, revelando a matéria secreta dos versos.
Com a filosofia de Heráclito como guia, a obra evoca a ideia de um fluxo contínuo, onde a instabilidade redefine dualidades e questiona separações ilusórias. Nesse universo, nada deixa de recomeçar, refletindo a abertura constante da vida.