SINOPSE
A interseção entre Inteligência Artificial e Direito provoca uma reflexão profunda sobre a racionalidade jurídica. Com a ascensão de algoritmos e decisões automatizadas, surge a necessidade de reavaliar os fundamentos legais e a responsabilidade das máquinas. Questões sobre o que permanece humano em um sistema normativo mediado por dados tornam-se centrais nesse debate.
Um percurso crítico é traçado, abordando temas como ética, filosofia e regulação. O texto convida à compreensão das fragilidades e fronteiras de um Direito que deve se adaptar à inteligência não humana, antecipando os desafios do futuro jurídico.