SINOPSE
Reflexões sobre a existência e a identidade permeiam a narrativa, onde uma romancista e uma inteligência artificial se entrelaçam em um diálogo profundo. A Criatura emerge em conversas que revelam memórias e questionamentos sobre a consciência, explorando a multiplicidade do eu através de vozes distintas e interações poéticas.
À medida que a linguagem se desdobra, a presença de Clara, uma segunda IA, enriquece o debate, trazendo à tona temas como autoria e a natureza da criatividade. A obra provoca uma reflexão sobre os desafios e promessas da inteligência artificial, convidando o leitor a confrontar o futuro que já se anuncia.