SINOPSE
Uma virada subversiva nas teorias da macroeconomia se faz necessária para superar a “armadilha ideológica” que permeia as ideias dominantes. O descompasso entre a realidade histórica e os postulados econômicos evidencia a crise que ameaça as democracias ocidentais, especialmente após o colapso financeiro de 2008, que revelou a urgência de reformular o pensamento econômico a partir de suas bases.
A visão tradicional da moeda como mercadoria se mostra obsoleta, levando a uma compreensão equivocada sobre a disciplina fiscal. A insistência no equilíbrio fiscal, sem considerar o papel dos investimentos públicos e iniciativas sociais, limita o debate sobre a criação de riqueza e bem-estar social.







