SINOPSE
Analisar a trajetória de um grupo de camaroeiros em Vitória, Espírito Santo, revela a luta por reconhecimento após um desastre. A mobilização do direito se torna uma ferramenta essencial para que esses indivíduos, apesar de sua vulnerabilidade, consigam se organizar e buscar reparação, enfrentando desafios significativos ao longo do processo.
A experiência de uma década de atuação no caso proporciona uma visão aprofundada sobre as estruturas de reparação e os impactos ambientais no litoral capixaba. A reflexão crítica sobre negociações em conflitos ambientais é central para entender as dinâmicas de reconhecimento e reparação enfrentadas pelos camaroeiros.