SINOPSE
Refazendo o percurso freudiano, a obra explora as intersecções entre guerra, política e psicanálise, questionando as relações que emergem após a Guerra Fria. A crença no equilíbrio global se desmorona com a ascensão de conflitos intensos, evidenciando como identidades culturais e religiosas se tornaram fontes de tensão. O argumento da segurança contra o terrorismo coloca em risco a soberania dos países, levando a um estado de exceção que se espalha pelo mundo.
Ao analisar as estruturas sociais e políticas, a narrativa investiga por que sociedades avançadas, após períodos de paz, se entregam a novos ciclos de violência. A obra desafia a visão de que o corpo político e social é secundário na produção freudiana, revelando sua importância intrínseca no discurso psicanalítico.