SINOPSE
Transformações sociais profundas marcam a década de 2020, com inovações tecnológicas e reestruturações nos negócios em um contexto de desigualdade crescente. O Brasil, por sua vez, enfrenta uma mudança demográfica significativa na filiação religiosa, passando de uma maioria católica para uma maioria evangélica, o que levanta questões sobre os impactos dessa transição na ação econômica e na sociedade.
O cenário atual, que coincide com o centenário da morte de Max Weber e da publicação de sua obra seminal, provoca reflexões sobre as interações entre capitalismo e religiões. A análise proposta oferece uma compreensão rica e contextualizada, promovendo um debate sobre a ética do cuidado comum e a ética do individualismo, ampliando a discussão sobre o futuro do país.








