SINOPSE
O complexo escravista atlântico desempenhou um papel crucial na formação do capitalismo moderno, especialmente na Inglaterra, durante a transição do século XVIII para o XIX. A análise profunda e inovadora revela como a exploração de africanos escravizados nas plantações do Novo Mundo foi fundamental para o desenvolvimento industrial, desafiando interpretações históricas tradicionais que sustentavam a ideologia imperial britânica.
Com uma pesquisa sólida e uma visão crítica, a obra provoca reflexões sobre a interconexão dos processos históricos no Atlântico, destacando a escravidão como um elemento central na gênese do mundo contemporâneo. A nova tradução, acompanhada de um prefácio de um renomado historiador, promete instigar debates e enriquecer a imaginação histórica dos leitores.








