SINOPSE
Uma criança enfrenta a disforia de gênero e, em meio à angústia, escreve poesias sombrias que guarda em segredo por anos. Após quase três décadas, já adulta e com uma vida aparentemente normal, ela revisita esses versos e percebe que a dor da infância ainda persiste. Em um processo de reinvenção, busca libertar-se das máscaras que a oprimem, iniciando uma jornada de desconstrução e renascimento.
Essa narrativa revela a luta silenciosa de uma criança que, apesar das aparências, viveu em sofrimento. A reflexão sobre preconceito, pertencimento e felicidade convida todos a olharem para suas próprias essências, questionando se a conformidade vale mais do que a verdadeira felicidade.