SINOPSE
Um misto de emoção, transgressão e resistência se revela nas performances de artistas transformistas da Amazônia. Essas expressões artísticas desafiam preconceitos e mobilizam diferentes territórios, como o subjetivo e o social, promovendo uma reflexão sobre as práticas socioculturais dos sujeitos LGBTQIA+. O texto provoca uma análise crítica dos sistemas que categorizam e excluem, ecoando um grito de libertação contra a marginalização.
As memórias dessas artistas se entrelaçam em concursos performáticos, onde a performatividade de gênero e a revolução transfeminista se manifestam. Corpos em assembleia lutam contra a precariedade, criando um espaço de resistência e afirmação, que ressoa além das fronteiras da arte.