SINOPSE
Questões sobre a vergonha são exploradas em uma análise profunda, destacando a contribuição de um renomado pensador. A prática psicanalítica e o laço social contemporâneo são examinados, revelando um diagnóstico intrigante: a ausência de vergonha, enquanto uma “vergonha de viver” permeia a experiência do sujeito moderno. Essa descoberta provoca reflexões sobre a natureza da psicanálise e seu papel na compreensão do ser.
A proposta é iluminar as razões por trás desse fenômeno, permitindo que o conhecimento surja onde o sujeito se manifesta, seja em protesto ou silêncio. A psicanálise, assim, se apresenta como um caminho para aprender com a vergonha, em vez de se opor a ela.