SINOPSE
Defendendo novas formas de fazer ciência, uma pesquisadora compartilha sua trajetória pessoal como método e linguagem. Ao entrelaçar suas experiências com as narrativas de seu cotidiano profissional, ela questiona a neutralidade acadêmica e os limites da produção científica tradicional, abordando as condições de vida e saúde de populações historicamente negligenciadas, marcadas por raça, gênero e classe.
Barreiras de acesso e racismo institucional são analisados a partir de vivências compartilhadas, promovendo um retorno à comunidade. A obra propõe um manifesto pela permanência de pessoas negras na academia e pelo reconhecimento da oralidade como saber legítimo, unindo crítica, rigor teórico e acessibilidade.