SINOPSE
A trajetória do direito à privacidade é explorada desde suas origens até os desafios atuais, destacando sua fragilização na era digital. A análise se concentra na sobrevivência desse direito em um contexto de automação, refletindo sobre a autodeterminação informativa e a necessidade de garantir a eficácia das normas que regulam a proteção de dados pessoais, como a LGPD.
Questões como o abuso da liberdade de expressão, o discurso de ódio e a privacidade de figuras públicas são discutidas, evidenciando as ameaças à privacidade e a importância de salvaguardas para dados sensíveis, incluindo aspectos como a privacidade post mortem e suas implicações genéticas.