SINOPSE
Refletir sobre a pressão para se conformar em um mundo que muitas vezes silencia a individualidade é o convite deste ensaio filosófico-narrativo. A autora, que viveu a descoberta de sua neurodivergência aos 36 anos, entrelaça experiências pessoais com uma análise crítica sobre temas como infância, moralidade e a busca por propósito, revelando o peso de existir em uma sociedade que valoriza a performance.
Cada capítulo oferece uma provocação, um espelho para aqueles que se sentem deslocados por sua sensibilidade e questionamentos. Uma leitura essencial para mentes vivas que buscam ressonância em tempos de anestesia coletiva.